As mãos!...

de promessas não cumpridas...
Mas um dia há, em que tudo acontece
O olhar muda
A esperança cai
O tempo morre no peito
O Norte muda de sítio
A boca desaprende o sorriso...
Fica a vontade de com essas mãos
Cobrir o rosto
Ou ainda por fim já no limite
Fazer uma festa ao primeiro
estranho que se cruza connosco.
E aí de novo renasce tempo
no peito, de onde se solta um suspiro
fundo, que escorrega pelo amanhã!...
annadomar
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